sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Sem o Poeta

Zé Marcolino e Manoel Filó

Em setembro de 1998, o primo Ronaldo Vasconcelos (então estudante de enfermagem na UFPE), como admirador da obra do poeta Zé Marcolino escreveu para o jornal "O Desabafo" o artigo "Onze Anos sem Poeta". Agora já são 22. Através das palavras de Ronaldo a nossa homenagem ao grande vate sertanejo.
ONZE ANOS SEM "POETA"
Em 20 de setembro de 1987, a música regional nordestina perdia um dos seus maiores talentos. Em um acidente automobilístico, entre as cidades de Afogados da Ingazeira e Carnaíba, morria o poeta Zé Marcolino.
José Marcolino Alves nasceu no dia 28 de junho de 1930, em Sumé (PB). Com o dom do Divino cresceu fazendo poesias e tornou-se grande compositor. Suas letras chegaram ao reconhecimento de Luiz Gonzaga na década de 60 e tornaram-se de grande importância na obra do "Rei do Baião".
A sua capacidade como compositor, as suas piadas, a sua voz grave e até o batuque da caixa de fósforo, inspiraram e inspiram grandes artistas da nossa região que por várias vezes lhe prestaram tributo através da Missa do Poeta, realizada em Serra Talhada e posteriormente em Tabira.
O poeta viverá sempre dentro de cada um que ama o "baião" e a cultura do Nordeste.
"A frieza do destino
o levou para uma cova
está triste a Cacimba Nova
morreu José Marcolino.
Hoje canta para o Divino
a Estrada, Pássaro Carão.
Sumé está na solidão
e o céu está festejando
o sertão está chorando
e quando chora é com razão."
FONTE:
Jornal "O Desabafo"
Ano I, setembro/outubro/98
FOTO: Blog do poeta Jorge Filó

MISSA DO POETA - LEMBRANDO ZÉ MARCOLINO


FONTE: Alexandre Morais

CINQUENTENÁRIO DA RÁDIO PAJEÚ - AFOGADOS DA INGAZEIRA


Dia 01/10 – Quinta-feira – Centro Desportivo
Artistas da Terra : Ney Gomes, Eduardo Rodrigues, Genailson e Banda Forró Pesado; Nando Marques e Vozes do Campo.

Dia 02/10 – Sexta Feira – Centro Desportivo
Orquestra Anos Dourados;
Agnaldo Timóteo.

Dia 03/10 – Sábado
20h : Sessão Solene da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira pelos 50 anos da Rádio Pajeú
Entrega do título de Cidadão Afogadense ao Monsenhor João Carlos Acioly Paz;
22h – Centro Desportivo:
Maestro Forró e Orquestra da Bomba do Hemetério;
Maciel Melo;
Geraldinho Lins.

Dia 04/10 – Domingo
18h – Missa em Ação de Graças Presidida pelo Arcebispo de Vitória da Conquista-BA, Dom Luis Pepeu;
20h – Show “Consagração”, com o Pe. João Carlos Ribeiro – Avenida Rio Branco (ao lado dos Correios).

FONTE: http://radiopajeu.com.br/

2º FESTIVAL DE CANTADORES DO PAJEÚ


FONTE: Alexandre Morais
http://www.culturaecoisaetal.blogspot.com/

FESTIVAL DA CULTURA DE SERRA TALHADA

FONTE: Alexandre Morais

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

CURIOSIDADES

ESTADOS BRASILEIROS - REGIÃO NORDESTE
Origem dos nomes


Texto de FERNANDO KITZINGER DANNEMANN, publicado originalmente no site
Fernando Dannemann Contador de Histórias


ALAGOAS - Deriva dos numerosos lagos e lagoas que caracterizam o litoral alagoano. O acréscimo do “a” inicial, no caso, corresponde a uma figura gramatical denominada metaplasmo de prótese, ou seja, o acréscimo de um fonema (som da letra) ao início, meio ou fim da palavra.

BAHIA - Vem da baía de Todos os Santos, região onde uma esquadra portuguesa pilotada por Américo Vespúcio fundeou em 1º de novembro de 1501, dia em que os católicos festejam todos os santos. Referindo-se a este fato em carta que tratava de outra expedição, Vespúcio afirma que “porque tínhamos um regimento d’El Rei ordenando que, se qualquer dos navios se extraviasse da rota ou do seu capitão, fosse ter à terra descoberta (na viagem passada) a um ponto que pusemos o nome de baía de Todos os Santos”...Em 1534, quando foi iniciada a colonização da capitania, houve uma orientação para que estas fossem batizadas com nomes dos acidentes geográficos mais notáveis do território.

CEARÁ - Segundo a versão mais aceita o nome vem de "ciará" ou "siará", que na língua tupi significa "canto da jandaia", um tipo de papagaio pequeno e grasnador. A história registra que em 1535 a coroa portuguesa concedeu a Antônio Cardoso de Barros a capitania do Siará, mas ele nunca se importou em tomar posse dela. Em 1603, Pero Coelho de Souza obteve permissão para colonizar o Siará Grande, mas retirou-se da região em virtude de uma grande seca. Alguns anos depois, em 1619, Martins Soares Moreno tornou-se, por carta régia, senhor da capitania do Siará. Seu amor por uma índia serviu de tema para o romance Iracema, do escritor cearense José de Alencar.

MARANHÃO - Diversas hipóteses tentam explicar a origem desse nome, mas na verdade, ninguém sabe dizer qual é a verdadeira. Segundo alguns, os primeiros exploradores espanhóis teriam dado ao rio Amazonas a denominação de Marañon, para indicar, em castelhano, que ele não era o mar (mar+non), e esse vocábulo passou a identificar, também, a região que incluía o atual estado maranhense. Outra versão defende a tese de que as palavras mbara (mar) e nã (corrente), do idioma tupi, é que tenham influenciado a designação. Uma terceira explicação estaria em Mair-Anhangá, expressão tupi-guarani cujo significado é “espírito de mair”, nome que os indígenas brasileiros davam aos franceses que ali tentavam instalar uma colônia; além da que aceita a possível associação com o cajueiro, árvore típica da região conhecida como "marañón" em espanhol, e outras mais.

PARAÍBA - vem da junção do tupi “pa’ra” com “a’iba”, que significa ruim, impraticável para a navegação. O nome foi dado ao rio e depois ao estado. Em 1534 aconteceu um sério incidente na então capitania de Itamaracá, que ficou
conhecido como "Tragédia de Tracunhaém". Nesse episódio os índios potiguares mataram todos os moradores de um engenho com o mesmo nome, em Pernambuco, e foi em conseqüência dele que D. João III, rei de Portugal, criou a capitania do Rio Paraíba, desmembrando-a da área pertencente à de Itamaracá.

PERNAMBUCO - vem do tupi-guarani “paranambuco”, junção de para’nã (rio caudaloso) e pu’ka (rebentar, furar), e seu significado é o de “buraco no mar”, pois os índios usavam o termo em relação aos navios que furavam a barreira de recifes. Alguns estudiosos, no entanto, afirmam que esse era a nome que os indígenas locais, na época do descobrimento, davam o pau-brasil. Outra explicação presente na “História de Pernambuco”, publicada no site Memorialpernambuco, diz que a palavra indígena Paranãpuka, que significa "buraco no mar", era a forma como os índios conheciam a foz do rio Santa Cruz, que separa a ilha de Itamaracá do continente, ao norte do Recife, tendo caminhado daí para suas formas primitivas Perñabuquo e Fernambouc, já denominando o porto do Recife e fazendo-se presente nos mapas portugueses.

PIAUÍ - Existem diversos estudos sobre a origem do nome Piauí, palavra indígena do idioma tupi, onde piau significa peixe e o y, rio, ou seja, “rio dos piaus”. A maioria desses trabalhos defende a tese de que ela foi derivada de um rio com essa mesma denominação, e que era passagem obrigatória dos caminhantes na época do desen-volvimento.

RIO GRANDE DO NORTE - Recebeu esse nome por conta do tamanho do rio Potengi. Em carta datada de 11 de março de 1535, D. João III, rei de Portugal, doou a João de Barros um quinhão de terra que tomou o nome de Capitania do Rio Grande, denominação que permaneceu sendo usada até meados do século 18, quando por haver outra capitania com o mesmo nome, na região sul do país, se tornou necessário diferenciá-las com a complementação Norte ou Sul, de acordo com a localização geográfica de cada uma delas.

SERGIPE - O nome Sergipe origina-se do tupi si’ri-i-pe que quer dizer "no rio dos siris", denominação primitiva do rio junto à barra da capitania,. tendo sido mais tar-de adotado Cirizipe ou Cerigipe, que quer dizer "ferrão de siri", nome de um dos cinco caciques que se opuseram ao domínio português. O nome do estado, antigamente, era Seregipe del Rei.

Fonte:
Fernando Dannemann Contador de Histórias

Imagem: Reprodução

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Nesta quarta-feira (16) Triunfo/PE recebe a Etapa França-Brasil do Palco Giratório

O espetáculo acontecerá no Cine Theatro Guarany a partir das 20h

A etapa França-Brasil do Palco Giratório, projeto de artes cênicas itinerante realizado pelo Sesc, chega a Triunfo/PE trazendo o espetáculo “Tours lês jours est un Voyage”, da companhia francesa Cie Du P’tit Doigt que mostra o relato da vida de Maïone, uma moradora de rua que, graças a sua imaginação e criatividade, transforma as adversidades da vida e os dramas do seu dia-a-dia em momentos prazerosos envolvendo a platéia no seu universo poético.
A montagem francesa será apresentada no Cine Theatro Guarany a partir das 20h e tem a duração média de 50 min.
O Palco Giratório é uma ação da Rede Sesc de Intercâmbio e Difusão das Artes Cênicas, desenvolvido pelo Programa Cultural do Sesc em Pernambuco.


SERVIÇO:
Tours lês jours est un Voyage (Palco Giratório - Etapa França-Brasil)

Dia: 16 de setembro de 2009 – quarta-feira
Horário: A partir das 20h
Local: Cine Theatro Guarany – Praça Carolino Campos , Centro – Triunfo/PE
Classificação: A partir dos 7 anos

Entrada Franca

ATENÇÃO:
Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro, por ordem de chegada.


Fontes: Sesc Triunfo

Site eventos 2009

Catálogo Palco Giratório

Imagem: Reprodução

SITE DIVULGA 16º RANKING DA BAIXARIA NA TV

A coordenação executiva da campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania divulgou no dia 26 de agosto, o 16º Ranking da Baixaria na TV.
O ranking foi divulgado em audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Confira os campeões da baixaria:

1º lugar: “Jogo Aberto” (TV Bandeirantes): 88 denúncias fundamentadas sobre desrespeito às torcidas de futebol, incitação à violência, vocabulário impróprio para o horário.

2º lugar: “Pânico na TV” (Rede TV!): 69 denúncias fundamentadas sobre exposição de pessoas ao ridículo, apelo sexual, palavras de baixo calão.

3º lugar: “SuperPop” (Rede TV!): 33 denúncias fundamentadas sobre excesso de nudez e exposição de pessoas ao ridículo.

4º lugar: “Na Mira” (TV Aratu/SBT – Salvador/BA): 31 denúncias fundamentadas sobre sensacionalismo, apologia à violência e desrespeito à pessoa humana.

5º lugar: “Se liga Bocão” (TV Itapoan/Record – Salvador/BA): 22 denúncias fundamentadas sobre desrespeito à pessoa humana, incitação à violência e incitação ao ódio.

Saiba mais sobre a Campanha

A campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania nasceu em 2002 fruto de deliberação da VII Conferência Nacional de Direitos Humanos, maior evento anual do setor no país. O espírito da decisão foi criar um instrumento que promovesse o respeito aos princípios éticos e os direitos humanos na televisão brasileira. Participaram da Conferência cerca de 1.500 pessoas, a grande maioria lideranças e militantes em direitos humanos. Muitos lutaram contra a censura no regime militar, e agora estão engajados na campanha para resgatar o significado contemporâneo da liberdade de expressão e de formação de uma opinião pública crítica baseada nos valores humanistas.
A campanha é uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em parceria com entidades da sociedade civil, destinada a promover o respeito aos direitos humanos e à dignidade do cidadão nos programas de televisão.

A campanha se constitui nas seguintes instâncias:
Fórum de organizações parceiras - Espaço de coordenação política da campanha, avalia suas ações, planeja estratégias e elege o Conselho de Acompanhamento da Programação e a Secretaria Executiva, em reuniões bimensais abertas a todas as 57 organizações parceiras.
Secretaria Executiva - Composta pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e mais cinco organizações parceiras, coordena as tarefas administrativas da campanha e distribui os esforços entre as entidades parceiras. A secretaria também administra o sítio e a rede da campanha. Atualmente, a Secretaria Executiva é composta pelas seguintes entidades: Conselho Federal de Psicologia (CFP), o Fórum Paulista pela Ética na TV, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Associação Brasileira de Empresários pela Cidadania (Cives) e Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares das Comunicação (Intercom).
Conselho de Acompanhamento da Programação (CAP) - Compõe-se de trinta membros, selecionados pelas organizações parceiras. Sua função é assistir aos programas designados pela Secretaria Executiva, a fim de emitir pareceres sobre sua adequação aos direitos humanos e à carta de princípios da campanha. Além disso, prepara pareceres e estudos sobre matérias de interesse da campanha, como projetos de lei.
Núcleos Regionais - A campanha já conta com núcleos organizados em 17 unidades da federação (AM, BA, GO, MA, MG, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SC, SP, TO e DF). Unidades autônomas, os núcleos organizam atividades regionais e operam em coordenação com a campanha nacional.

Conheça a Carta de Princípios da Campanha

01. Não será considerada legítima a divulgação de imagens que exponham pessoas ao ridículo ou que lhes ocasione algum tipo de constrangimento moral, exceto se o resultado dessa divulgação, comprovadamente, contribuir para a identificação de autoria ou prevenção de conduta tipificada pelo Código Penal.
02. Imagens de pessoas internas em instituições de privação de liberdade ou de tratamento de saúde só devem ser divulgadas com o expresso consentimento dos envolvidos. O mesmo procedimento deve ser observado com relação a pessoas detidas pela polícia.
03. A programação televisiva não deve incitar ao ódio e deve afirmar um compromisso com uma cultura de paz. Os profissionais de comunicação não devem estimular o público a praticar ou aceitar atos de vingança, práticas de espancamento, tortura, linchamento ou atos violentos de qualquer natureza.
04. A programação televisiva não deve incitar ao racismo e deve afirmar um compromisso com uma cultura que respeite, preserve e valorize as diferenças étnicas.
05. A programação televisiva não deve incitar à homofobia e deve afirmar um compromisso com uma cultura que reconheça o direito à livre expressão das orientações sexuais.
06. A programação televisiva não deve incitar ao machismo e deve afirmar um compromisso com uma cultura que reconheça às mulheres o exercício pleno dos seus direitos e que se contraponha às práticas de violência e discriminação contra a mulher.
07. A programação televisiva não deve incitar à violência contra quem quer que seja e, particularmente, deve zelar para que nossas crianças e adolescentes sejam tratados com respeito e consideração por seus pais, pelas autoridades constituídas e pelo conjunto da sociedade.
08. A programação televisiva não deve incitar à intolerância religiosa e deve afirmar uma cultura de respeito a todas as confissões e tradições, o que pressupõe zelo para com seus cultos, símbolos, datas e nomes sagrados.

Você pode fazer sua denúncia contra a baixaria na TV através do
site da campanha ou do Disque Câmara (0800 619 619).

Fonte:
eticanatv

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

PRÉ-SAL X CULTURA

CULTURA RECEBERÁ RECURSOS DO PRÉ-SAL
Folha de São Paulo, em 11/09/2009
Publicado por
Comunicação Social/MinC via http://www.cultura.gov.br

Após intervenção do MinC, setor foi incluído entre beneficiados pelo fundo

Ministro Juca Ferreira defende repasse de 1% dos lucros para área cultural; no longo prazo, valor pode chegar a até R$ 87 bilhões

MARCIO AITHDA REPORTAGEM LOCAL

Ninguém sabe ao certo o volume de riquezas existente ou capaz de ser comercialmente extraído das reservas de petróleo do pré-sal, situadas a 8 mil metros de profundidade.
As cifras aventadas -de até R$ 8,7 trilhões- não levam em conta a que custo o petróleo do pré-sal será explorado nem os tributos que terão de ser recolhidos antes que as receitas possam ser distribuídas.
Além disso, esse dinheiro não pode ser materializado no curto prazo, já que os investimentos são de longa duração. Daí que não existe cálculo minimamente confiável.
Apesar disso, já há uma disputa barulhenta sobre a distribuição desse dinheiro, dentro e fora do governo. Nessa briga desponta o Ministro da Cultura, Juca Ferreira.
Desde sua posse, em agosto do ano passado, Ferreira propõe direcionar 1% da riqueza do pré-sal para assegurar acesso pleno dos brasileiros à cultura. Num cálculo rudimentar e generoso, isso significaria R$ 87 bilhões, equivalentes a 87 vezes o orçamento do Ministério da Cultura para 2009.
“Nada mais justo, pois a cultura é direito básico do ser humano”, disse o ministro em entrevista à Folha. “Será uma oportunidade para tirar o setor da secundariedade onde foi injustamente acomodado.”
O ministro transpôs, por pouco, o primeiro obstáculo em direção a seu objetivo. O setor de cultura foi incluído entre aqueles beneficiados pelo fundo social do pré-sal, cuja criação foi proposta pelo governo na semana passada.
Educação, Meio-ambiente e Ciência e Tecnologia já haviam sido contemplados pelo presidente Lula, assim como outras iniciativas para reduzir a desigualdade de renda.
Cultura estava de fora até a última reunião ministerial que discutiu as regras que seriam encaminhadas ao Congresso.
Só foi incluída após uma intervenção emocionada de Ferreira, com quem Lula já havia debatido o tema.
“Eu disse que a cultura é uma amiga de todos. Que ela dá um sentimento de pertencimento à nação, do gaúcho ao amazonense”, disse Ferreira. “E que seria muito importante que, com esses recursos, pudéssemos criar uma estrutura cultural sólida no Brasil.”
Segundo Ferreira, o presidente aceitou seu pleito e, depois, “fechou a porta” para não entrar nenhuma outra área no projeto, pois haveria uma dispersão excessiva dos recursos.
O texto do projeto encaminhado ao Congresso dispõe que os recursos do pré-sal serão aplicados em projetos e programas nas áreas de combate à pobreza e de desenvolvimento da educação, da ciência e tecnologia, da sustentabilidade ambiental e da cultura.
Os percentuais para cada área e o modo de funcionamento do Fundo Social ainda serão definidos pelo Congresso. Portanto, por enquanto, o percentual de 1% mencionado pelo ministro ainda é um desejo.
“O pré-sal dará ao país a oportunidade de fazer uma discussão séria sobre desenvolvimento”, disse Ferreira. “A maioria dos países produtores não soube utilizar o petróleo. Jogou pelo ralo a riqueza em projetos megalomaníacos. Temos de fazer diferente.”

Copiei daqui: MinC