sábado, 13 de fevereiro de 2010

CARNAVAL 2010 EM TRIUNFO/PE

O SÁBADO DE ZÉ PEREIRA PROMETE NO OÁSIS DO SERTÃO

Triunfo/PE - Hoje tem Bloco de Zé Pereira arrastando, como sempre, uma multidão de foliões ao som dos Frevos de Ladeira da Orquestra Isaias Lima.


A concentração do bloco Bloco de Zé Pereira acontece no Bosque Horacio Timóteo (Pólo Beto’s Bar) com a Banda Badalê e a festa continua na Praça Carolino Campos com os shows de Allexa, Grupo Revelação e Los Cubanos.

O ZÉ PEREIRA

Existem várias versões, mas todas as fontes apontam para o Rio De Janeiro onde um sapateiro português, chamado José Nogueira de Azevedo Paredes revolucionou os festejos do entrudo (três dias de jogos e festas portuguesas que antecedem a Quaresma), introduzindo no Brasil o hábito português de animar a folia carnavalesca ao som de bumbos, zabumbas e tambores, anarquicamente tocados pelas ruas.Segundo o historiador Vieira Fazenda, o Zé Pereira conquistou sua fama no fim do século XIX, quando o ator Vasques elogiou a barulhada encenando a comédia carnavalesca O Zé-Pereira, na qual propagava os famosos versos ao som da zabumba:

“E viva o Zé-Pereira
Pois que a ninguém faz mal.
Viva a bebedeira
dos dias de Carnaval!
Zim balalá, zim balalá
E viva o Carnaval"

A peça não passava de uma paródia de "Les Pompiers de Nanterre", encenada em 1896. No início do século XX, por volta da segunda década, a percussão do zé-pereira cedeu a vez a outros instrumentos como o pandeiro, o tamborim, o reco-reco, a cuíca, o triângulo e as "frigideiras", ainda tão presentes nos blocos e escolas de samba.Os versos da comédia de Vasques são até hoje entoados pelas ruas do Brasil.

Fontes:
Imagem: Reprodução

O CARIRI


Com certeza não há em nossa cidade bloco mais democrático que o do CARIRI o qual toda madrugada que sucede o sábado de Zé Pereira cumpre seu ritual de levar pelas ladeiras e becos triunfenses os seus foliões empunhando folhas e galhos de árvores, enquanto gritam o famoso verso: LÁ VEM CARIRI AÍ!
E quem é afinal de contas o famoso Cariri? Seria um ser mitológico? Um índio? Uma assombração? Nada disso!


O Cariri é uma tradição do carnaval olindense que se espalhou por várias cidades.Trata-se de uma troça carnavalesca fundada em 15/02/1921 e que traz esse nome graças ao apelido de um velho que vinha do Cariri, montado num burro para vender ervas medicinais em Olinda.

A imagem desse velho ilustra o estandarte da troça, que antigamente abria oficialmente o carnaval da cidade à meia-noite do sábado.

O personagem “CARIRI” caracteriza-se pelas longas barbas brancas e chapéu de palha. Ele anda à cavalo e carrega um saco (o saco de pegar crianças).


Serviço:
Bloco O Cariri
Local: Praça Carolino Campos
Saída: 2h


Fontes:

Imagens: Fruta pão

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Números da Cultura no país preocupam

Matéria veiculada no Câmara Hoje, TV Câmara, em 10/02/2010






Publicado por Comunicação Social/MinC

É HOJE! - TRADICIONAL BLOCO DA GALINHA ABRE OFICIALMENTE O CARNAVAL DOS CARETAS 2010 EM TRIUNFO/PE

O maior bloco do interior do Estado chega aos seus 19 anos saindo sempre às sextas-feiras ao som da centenária Orquestra Isaias Lima .



Triunfo, a Terra dos Caretas, já vive desde a última quarta-feira (10), os festejos de momo. Já passaram pelas nossas ladeiras centenárias o Bloco Lírico Cordas e Retalhos, Os Matingueiros, o grupo Renascer do Sertão, o Maracatu Baque Solto Carneiro Manso, Boi Faceiro, a Troça a Bela da Tarde, Cia de Dança Expressart, o triunfense Maracatu Serra Grande do Pajeú, além dos nossos incomparáveis Caretas de Triunfo em cortejos de cultura popular ao som da Orquestra Isaias Lima.
Tivemos também na quarta-feira (10) o bloco da melhor idade, além do Baile Municipal animado pela Orquestra de Frevo Maestro Madureira. Mas carnaval não é carnaval sem a majestosa galinha e seu pinto maluco.
Já virou tradição: há 19 anos é ela quem abre oficialmente o carnaval triunfense arrastando cada vez mais foliões pelas ladeiras do oásis do sertão.

O bloco ainda é puxado pelo boneco original da galinha, confeccionado há 19 anos pelo grande e saudoso artesão triunfense João de Agamenon.Neste ano o Bloco da Galinha estará fazendo uma justa homenagem (In Memoriam) a dois dos seus mais ilustres foliões: Sr. Milton Diniz e João de Agamenon.
A concentração do bloco acontece nesta sexta-feira(12), a partir das 19h, na Praça XV de Novembro de onde a majestosa ave sairá acompanhada pelos Bonecos Gigantes de Pernambuco, Orquestra de Frevo 100 % Mulher, Urso Branco do Zé, Mistura Pernambucana, Urso Rei e trecas de caretas, o cortejo segue para a Praça Carolino Campos, onde a festa continua ao som de Antúlio Madureira e Orquestra Perré Bumbá e da Orquestra Edição Extra.

Serviço:
CARNAVAL DOS CARETAS 2010 (12/02 – SEXTA-FEIRA)

CORTEJO DE CULTURA POPULAR

Bonecos Gigantes de Pernambuco, Orquestra de Frevo 100 % Mulher, Urso Branco do Zé, Mistura Pernambucana, Urso Rei, Encontro dos Caretas, Orquestra Isaias Lima

Concentração: Praça XV de Novembro
Horário: 20h

BLOCOS POPULARES

Bloco da Galinha e o Pinto Maluco

Concentração: Praça XV de Novembro
Horário: 19h

PALCO

Antúlio Madureira e Orquestra Perré Bumbá
Orquestra Edição Extra

Local: Praça Carolino Campos
Horário: 20h
(
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

EM TEMPO

Banda Isaias Lima recebe valiosa doação



A notícia está atrasada, mas isto não a torna menos importante.
No dia 27 de dezembro de 2009 a Banda Isaias Lima ampliou seu acervo de instrumentos ao receber do Sr. Paulo Ernando (foto - à esquerda) a doação de uma Trompa de harmonia, instrumento que há muito a banda sonhava em ter.
Em nome da Banda Isaias Lima agradecemos o precioso presente.

Imagem: Paulo Ernando passando às mãos do Maestro Lucivaldo Ferreira o novo instrumento. (arquivo pessoal)

Ilê Aiyê homenageia Pernambuco no Carnaval da Bahia


Por Mariana Reis

Primeiro bloco afro de Salvador, o Ilê Aiyê homenageia em 2010 a cultura negra pernambucana. Com o tema "Pernambuco, uma nação africana", seus três mil associados desfilarão no Sábado, Domingo e Segunda de Carnaval com fantasias inspiradas nos ritmos do maracatu, afoxé e frevo. De acordo com os organizadores do bloco, até mesmo o tecido utilizado na confecção das roupas faz referência, na estamparia, aos povos de terreiro e ao movimento negro pernambucanos. Na semana pré-carnavalesca, 30 integrantes do bloco afro estarão no Estado, participando de desfile dentro da programação da Prefeitura do Recife nesta quarta-feira (10/02). Fundado em 1974 na comunidade do Curuzu, no bairro da Liberdade (bairro de maioria negra em Salvador), o Ilê Aiyê é um dos mais tradicionais do País na celebração da cultura afro-brasileira. Apenas negros podem participar do bloco, conhecido pela beleza plástica de seus abadás. As ações do grupo, no entanto, não se restringem ao Carnaval. Durante todo o ano, a organização realiza um trabalho social junto às escolas públicas baianas. Nesse sentido, a cultura pernambucana também será discutida nas salas de aula da Bahia em 2010.

Gentilmente copiado de:
Portal Pernambuco Nação Cultural
Imagem: Reprodução

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PROGRAME-SE!

Triunfo, a terra dos caretas, será um dos municípios homenageados pelo Galo da Madrugada no Carnaval 2010

Confiram o trecho da matéria publicada no site pe360graus

Galo da Madrugada divulga novidades para o Carnaval de 2010

Agremiação vai homenagear todas as manifestações carnavalescas do Litoral ao Sertão do Estado; também haverá o lançamento do bloco infantil Pinto da Madrugada

Da Redação do pe360graus.com

Com o tema "Galo: Pernambuco de todos os Carnavais”, o maior bloco do mundo se prepara o Carnaval 2010. O Clube das Máscaras Galo da Madrugada vai homenagear todas as manifestações carnavalescas do Litoral ao Sertão do Estado.
No Sábado de Zé Pereira, símbolos do carnaval como os Caiporas, os Papangus e o Cavalo Marinho, poderão ser conferidos pelas ruas do Recife.
A agremiação também promete diversão para as crianças com o lançamento do bloco infantil Pinto da Madrugada, que deve sair na terça-feira (16 de fevereiro). A agremiação chega ao seu 33º desfile com muitas novidades. Ao todo, serão aproximadamente 30 trios em um percurso de cinco quilômetros pelo Bairro de São José e Avenida Guararapes, dois trios a mais que em 2009.
O Galo da Madrugada também vai homenagear todos os municípios que possuem tradição carnavalesca como Vitória, Nazaré, Bezerros, Pesqueira, Triunfo, Salgueiro, Santa Maria da Boa Vista, entre outros.
Outra novidade é que a programação incluirá em 2010 o Encontro de Gigantes com os tradicionais bonecos de Olinda e o Galo da Madrugada, além de Maracatus Rurais e Blocos Líricos.

Imagem:
Reprodução

Cantor sertanejo Pena Branca morre aos 70 anos


O cantor sertanejo José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca, morreu no início da noite dessa segunda-feira, aos 70 anos, no Hospital São Luiz Gonzaga, em São Paulo, vitimado por insuficiência respiratória. O cantor ficou conhecido no Brasil inteiro pela dupla com Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho, que morreu em 1999.
Pena Branca nasceu em Igarapava, em 1939, e viveu boa parte da vida na cidade mineira de Uberlândia. Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho, era seu irmão e nasceu em Uberlândia em 1942. Em 1958 eles começaram a cantar, apresentando-se em uma rádio de Uberlândia. Mudaram-se para São Paulo para tentar a vida artística em 1968. Com o tempo, Pena Branca e Xavantinho tornaram-se exemplos da música sertaneja caipira, considerada "de raiz", em relação à música sertaneja com influências country que se popularizou nos anos 90.
Em 1980, Pena Branca e Xavantinho se inscreveram em um festival da TV Globo com a música Que Terreiro é Esse? e chegaram à final. Também nesse ano, a dupla lançou o disco Velha Morada, com músicas como Cio da Terra, composta por Milton Nascimento e Chico Buarque, e Calix Bento, além da canção finalista no festival. Durante a carreira, gravaram com nomes como Milton Nascimento, Rolando Boldrin, Fagner e Almir Sater, entre outros. Em 1990, conquistaram o Prêmio Sharp de melhor música interpretando Casa de Barro, de Xavantinho e Moniz, e melhor disco, com Cantado do Mundo Afora. Em 1992, o disco Ao Vivo em Tatuí, com Ricardo Teixeira, ganhou o Prêmio Sharp de melhor disco.
Nos anos 90, a dupla iniciou shows internacionais, tocando em lugares como os Estados Unidos. Com a morte de Xavantinho, em 1999, Pena Branca continuou em carreira solo. Em 2001, o músico recebeu o Grammy Latino de Melhor Disco Sertanejo com o álbum Semente Caipira, gravado com o grupo Viola de Nóis. O último trabalho de Pena Branca é Cantar Caipira, de 2008. Ainda não há informações sobre o velório ou o enterro de Pena Branca.

Discografia de Pena Branca com Xavantinho

Velha morada (1980)
Uma dupla sertaneja (1982)
Cio da terra (1987)
Canto violeiro (1988)
Cantadô do mundo afora (1990)
Ao vivo em Tatuí com Renato Teixeira (1992)
Violas e canções (1993)
Pena Branca e Xavantinho (1994)
Ribeirão encheu (1995)
Coração matuto (1998)

Discografia solo de Pena Branca

Semente Caipira (2000)
Pena Branca canta Xavantinho (2002)
Cantar Caipira (2008)

Fonte:
Redação Terra
Foto: Divulgação

09 de fevereiro - DIA DO FREVO

09 de fevereiro é o aniversário do frevo!

O Dia do Frevo, 9 de fevereiro, foi instituído em 2007, quando o ritmo se tornou centenário.

O Frevo é um ritmo pernambucano derivado da marcha, do maxixe e da capoeira. Surgido no Recife no final do Século XIX, o frevo se caracteriza pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevos, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte. Da junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo, a dança do frevo.
Até as sombrinhas coloridas seriam uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de defesa dos passistas.
A dança do frevo pode ser de duas formas, quando a multidão dança, ou quando passistas realizam os passos mais difíceis, de forma acrobática. O frevo possui mais de 120 passos catalogados.

Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensavam em dar ao povo mais animação nos folguedos. No decorrer do tempo, a música ganha características próprias acompanhadas por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos.

Origem da palavra

A palavra frevo vem de ferver, por corruptela, frever, que passou a designar: efervescência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular no seu vai-e-vem em direções opostas, como o Carnaval, de acordo com o Vocabulário Pernambucano, de Pereira da Costa.

Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o Jornal Pequeno, vespertino do Recife que mantinha uma detalhada seção carnavalesca da época, assinada pelo jornalista "Oswaldo Oliveira", na edição de 12 de fevereiro de 1907, fez a primeira referência ao ritmo, na reportagem sobre o ensaio do clube Empalhadores do Feitosa, do bairro do Hipódromo, que apresentava, entre outras músicas, uma denominada O frevo. E, em reconhecimento à importância do ritmo e a sua data de origem, em 09 de Fevereiro de 2007, a Prefeitura da Cidade do Recife comemorou os 100 anos do Frevo durante o carnaval de 2007.

Instrumento e letra

De instrumental, o gênero ganhou letra no frevo-canção e saiu do âmbito pernambucano para tomar o resto do Brasil. Basta dizer que O teu cabelo não nega, de 1932, considerada a composição que fixou o estilo da marchinha carnavalesca carioca, é uma adaptação do compositor Lamartine Babo do frevo Mulata, dos pernambucanos Irmãos Valença.

A primeira gravação com o nome do gênero foi o Frevo Pernambucano (Luperce Miranda/Oswaldo Santiago) lançada por Francisco Alves no final de 1930. Um ano depois, Vamo se Acabá, de Nelson Ferreira pela Orquestra Guanabara recebia a classificação de frevo.
Dois anos antes, ainda com o codinome de "marcha nortista", saía do forno o pioneiro Não Puxa Maroca (Nelson Ferreira) pela orquestra Victor Brasileira comandada por Pixinguinha.
Ases da era de ouro do rádio como Almirante (numa adaptação do clássico Vassourinhas), Mário Reis (É de Amargar, de Capiba), Carlos Galhardo (Morena da Sapucaia, O Teu Lencinho, Vamos Cair no Frevo), Linda Batista (Criado com Vó), Nelson Gonçalves (Quando é Noite de Lua), Cyro Monteiro (Linda Flor da Madrugada), Dircinha Batista (Não é Vantagem), Gilberto Alves (Não Sou Eu Que Caio Lá, Não Faltava Mais Nada, Feitiço), Carmélia Alves (É de Maroca) incorporaram frevos a seus repertórios.
Em 1950, inspirados na energia do frevo pernambucano, a bordo de uma pequena fubica, dedilhando um cepo de madeira eletrificado, os músicos Dodô & Osmar fincavam as bases do trio elétrico baiano que se tornaria conhecido em todo o país a partir de 1969, quando Caetano Veloso documentou o fenômeno em seu Atrás do Trio Elétrico.

O frevo no carnaval

Em 1957, o frevo Evocação No. 1, de Nelson Ferreira, gravado pelo Bloco Batutas de São José (o chamado frevo de bloco) invadiria o carnaval carioca derrotando a marchinha e o samba. O lançamento era da gravadora local, Mocambo, que se destacaria no registro de inúmeros frevos e em especial a obra de seus dois maiores compositores, Nelson (Heráclito Alves) Ferreira (1902-1976) e Capiba. Além de prosseguir até o número 7 da série Evocação, Nelson Ferreira teve êxitos como o frevo Veneza Brasileira, gravado pela sambista Aracy de Almeida e outros como No Passo, Carnaval da Vitória, Dedé, O Dia Vem Raiando, Borboleta Não É Ave, Frevo da Saudade. A exemplo de Nelson, Capiba também teve sucessos em outros estilos como a clássica valsa canção Maria Bethânia gravada por Nelson Gonçalves em 1943, que inspiraria o nome da cantora. Depois do referido É de Amargar, de 1934, primeiro lugar no concurso do Diario de Pernambuco, Capiba emplacou Manda Embora Essa Tristeza (Aracy de Almeida, 1936), e vários outros frevos que seriam regravados pelas gerações seguintes como De Chapéu de Sol Aberto, Tenho uma Coisa pra lhe Dizer, Quem Vai pro Farol é o Bonde de Olinda, Linda Flor da Madrugada, A pisada é essa, Gosto de Te Ver Cantando.

Cantores como Claudionor Germano e Expedito Baracho se transformariam em especialistas no ramo. Um dos principais autores do samba-canção de fossa, Antônio Maria (Araújo de Morais, 1921-1964) não negou suas origens pernambucanas na série de frevos (do número 1 ao 3) que dedicou ao Recife natal. O gênero esfuziante sensibilizou mesmo a intimista bossa nova. De Tom Jobim e Vinicius de Moraes (Frevo) a Marcos e Paulo Sérgio Valle (Pelas Ruas do Recife) e Edu Lobo (No Cordão da Saideira) todos investiram no (com)passo acelerado que também contagiou Gilberto Gil a munir de guitarras seu Frevo Rasgado em plena erupção tropicalista.

Blocos de rua brincam nas ladeiras de Olinda

A baiana Gal Costa misturou frevo, dobrado e tintura funk (do arranjador Lincoln Olivetti) num de seus maiores sucessos, Festa do Interior (Moraes Moreira/Abel Silva) e a safra nordestina posterior não deixou a sombrinha cair. O pernambucano Carlos Fernando, autor do explosivo Banho de Cheiro, sucesso da paraibana Elba Ramalho, organizou uma série de discos intitulada Asas da América a partir do começo dos 1980.

Botou uma seleção de estrelas para frevar: de Chico Buarque, Alcione, Lulu Santos e Gilberto Gil a Jackson do Pandeiro, Elba e Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Fagner e Alceu Valença. Entre os citados, Alceu, Zé e Geraldo mais o Quinteto Violado, Lenine, o armorial Antônio Nóbrega e autores como J. Michiles, mantêm no ponto de fervura o frevo pernambucano. Mesmo competindo com os decibéis – e o poder de sedução – do congênere baiano. As pessoas enfrentaram e competiram honestamente.

A importância do Galo da Madrugada na preservação do frevo

O Galo da Madrugada é um bloco carnavalesco que preserva as tradições locais. Eles tocam ritmos pernambucanos e desfilam sem cordões de isolamento. O desfile do galo da madrugada é um dos momentos para se ouvir e se dançar frevo no carnaval em fevereiro.

O levante de Vassourinhas

Quando as primeiras notas de Vassourinhas são executadas no carnaval pernambucano, a multidão ergue os braços e grita junto e dança freneticamente.

Os novos intérpretes do Frevo de Pernambuco

No Galo da Madrugada os foliões também têm a oportunidade de conhecer novos intérpretes de Frevo de Pernambuco como: SpokFrevo Orquestra, Alceu Valença, Claudionor Germano, Gustavo Travassos, Almir Rouche, Nena Queiroga, André Rio, entre muitos outros que fazem a voz do frevo contemporâneo acontecer nas Ruas do Recife.

Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

HOMENAGEM DA BANDA TEMPLÁRIOS AOS CARETAS DE TRIUNFO

Clipe não-oficial da música Senhor das Ladeiras, de autoria de Lucivaldo Ferreira, interpretada pela banda triunfense "Templários".




Áudio gravado ao vivo em 26 de dezembro de 2009, em Triunfo/PE.
Conheça outras músicas dos Templários em: http://www.myspace.com/templariostriunfo