Considero feliz a iniciativa da Fundarpe de se voltar também para o interior de Pernambuco. O Pajeú precisa mais do que nunca de um espaço para discussão a respeito do nosso cenário cultural e a Estação Cultural vai se constituir em ambiente de experimentos, de propostas, de vanguarda, aberto, de diálogo entre os pajeuzeiros. Acredito que vai ser um espaço destinado a agregar e que irá se transformar no primeiro pontapé de um movimento no Pajeú que vá além da troca de idéias e se converta em ações.
É por demais conhecida a atividade cultural no Pajeú no que diz respeito à diversidade e qualidade. Na minha humilde opinião é preciso mais união. Os artesãos, músicos, artistas cênicos, poetas, escritores, os que estão inseridos na cultura popular e folclore, necessitam interagir, trocar idéias, questionar, buscar soluções para dificuldades que por vezes são comuns a todos. O diálogo entre a classe cultural poderá resultar em propostas, estratégias e ações que favoreçam o fomento e a preservação da cultura da região. Precisamos acreditar. O Pajeú é um só e somos todos filhos da mesma terra. Nossa união é que vai fazer a diferença. Já basta de tanto isolamento entre as cidades. Como já escrevi em outro artigo aqui no blog, vamos usar um dos caminhos que temos, pois como já ouvi uma vez “...não existe cultura sem comunidade, sem povo organizado”. Portanto, bem-vinda e abençoada seja a Estação Cultural e que essa ação fortaleça o elo entre os que fazem a Nação Pajeuzeira.
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