Triunfo aparece entre as 14 cidades citadas pela oposição sobre gastos da FUNDARPE
Do JC
A deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB) protocolou, na mesa diretora da Assembleia Legislativa (Alepe), mais um pedido de informação sobre eventos promovidos pelo governo do Estado. Desta vez, o foco é a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Em específico, a realização da programação carnavalesca do Estado em 2009, quando 14 municípios receberam verbas estaduais quitadas pela Fundarpe.
A estratégia da oposição é ampliar o espectro de investigação no conjunto de realizações de festividades promovidas com auxílio do governo do Estado. Foi um pedido de informação solicitado por Terezinha o ponto de partida para deflagrar o escândalo dos shows fantasmas da Empetur. Os questionamentos sobre o convênio Festejos Natalinos 2008, supostamente realizado há um ano, atingiram a gestão do então secretário Sílvio Costa Filho, que decidiu pedir exoneração. O fato constrangeu o governador Eduardo Campos (PSB), já que contraria o seu discurso, baseado na liderança de uma administração mais profissional e transparente que as anteriores.
O projeto questionado pela oposição – o “Carnaval 2009, Pernambuco Nação Cultural” – foi executado entre os dias 13 e 24 de fevereiro – datas que englobam a semana pré-carnavalesca e os dias do festejo de Momo em si. Os custos somam R$ 22,5 milhões: R$ 15 milhões pagos pela Fundarpe às estruturas e atrações que se apresentaram nos 14 polos, R$ 5 milhões da Secretaria de Turismo para material e estrutura de divulgação e R$ 2,5 milhões canalizados para campanha publicitária. Além das apresentações de Marcelo D2, Paulinho da Viola, Alceu Valença e Elba Ramalho, por exemplo, a Fundarpe apoiou a apresentação de blocos e bandas de rua. Os municípios beneficiados foram Belém de São Francisco, Bezerros, Goiana, Ipojuca, Itamaracá, Nazaré da Mata, Olinda, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Recife, Salgueiro, Triunfo e Vitória de Santo Antão.
Fonte: Infodiversidade
Imagem: Mateus Sá
Do JCA deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB) protocolou, na mesa diretora da Assembleia Legislativa (Alepe), mais um pedido de informação sobre eventos promovidos pelo governo do Estado. Desta vez, o foco é a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Em específico, a realização da programação carnavalesca do Estado em 2009, quando 14 municípios receberam verbas estaduais quitadas pela Fundarpe.
A estratégia da oposição é ampliar o espectro de investigação no conjunto de realizações de festividades promovidas com auxílio do governo do Estado. Foi um pedido de informação solicitado por Terezinha o ponto de partida para deflagrar o escândalo dos shows fantasmas da Empetur. Os questionamentos sobre o convênio Festejos Natalinos 2008, supostamente realizado há um ano, atingiram a gestão do então secretário Sílvio Costa Filho, que decidiu pedir exoneração. O fato constrangeu o governador Eduardo Campos (PSB), já que contraria o seu discurso, baseado na liderança de uma administração mais profissional e transparente que as anteriores.
O projeto questionado pela oposição – o “Carnaval 2009, Pernambuco Nação Cultural” – foi executado entre os dias 13 e 24 de fevereiro – datas que englobam a semana pré-carnavalesca e os dias do festejo de Momo em si. Os custos somam R$ 22,5 milhões: R$ 15 milhões pagos pela Fundarpe às estruturas e atrações que se apresentaram nos 14 polos, R$ 5 milhões da Secretaria de Turismo para material e estrutura de divulgação e R$ 2,5 milhões canalizados para campanha publicitária. Além das apresentações de Marcelo D2, Paulinho da Viola, Alceu Valença e Elba Ramalho, por exemplo, a Fundarpe apoiou a apresentação de blocos e bandas de rua. Os municípios beneficiados foram Belém de São Francisco, Bezerros, Goiana, Ipojuca, Itamaracá, Nazaré da Mata, Olinda, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Recife, Salgueiro, Triunfo e Vitória de Santo Antão.
Fonte: Infodiversidade
Imagem: Mateus Sá
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