Mostrando toda a sua versatilidade, o rei do baião também teve sua passagem pelo cinema, embora isto seja pouco divulgado.
O lua participou de diversas produções nacionais. Entre elas: E o mundo se diverte (1948), É com esse que eu vou (1948), Chapéu de couro (1978), O comprador de fazendas (1951), Hoje o galo sou eu! (1957) e Sem essa, Aranha (1970).
O BTB compartilha com seus leitores dois momentos deste artista de primeira em seu passeio pela sétima arte.
No primeiro vídeo vemos a participação do Rei do Baião no filme “O Comprador de Fazendas” (1951), de Alberto Pieralisi. Luiz Gonzaga aparece cantado a música "Tô sobrando" feita no mesmo ano em parceria com Hervê Cordovil.
No segundo vídeo o Lua se supera cantando e xaxando no filme “Hoje o Galo Sou Eu” (1957), de Aluízio T. Carvalho. Para quem se impressiona com o sapateado americano, dá só uma observada no “sapateado” Nordestino-pernambucano-sertanejo.
O lua participou de diversas produções nacionais. Entre elas: E o mundo se diverte (1948), É com esse que eu vou (1948), Chapéu de couro (1978), O comprador de fazendas (1951), Hoje o galo sou eu! (1957) e Sem essa, Aranha (1970).
O BTB compartilha com seus leitores dois momentos deste artista de primeira em seu passeio pela sétima arte.
No primeiro vídeo vemos a participação do Rei do Baião no filme “O Comprador de Fazendas” (1951), de Alberto Pieralisi. Luiz Gonzaga aparece cantado a música "Tô sobrando" feita no mesmo ano em parceria com Hervê Cordovil.
No segundo vídeo o Lua se supera cantando e xaxando no filme “Hoje o Galo Sou Eu” (1957), de Aluízio T. Carvalho. Para quem se impressiona com o sapateado americano, dá só uma observada no “sapateado” Nordestino-pernambucano-sertanejo.
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