O Itep - Instituto Tecnológico de Pernambuco e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lançaram no dia 1º de outubro o Geocultura, projeto que visa fazer o levantamento cultural dos bens materiais, naturais e imateriais de Pernambuco.A primeira cidade a receber o sistema foi Olinda, na Região Metropolitana, onde foram visitados 25 bens materiais e culturais e mais quatro patrimônios vivos: Selma do Coco, Maracatu Leão Coroado, o Homem da Meia-Noite e Mestre Salustiano.
Em breve o usuário poderá acessar livremente, através do projeto de mapeamento cultural, informações do tipo: Quantas igrejas? Quantos teatros? Quantas festas tem Pernambuco?
De acordo com matéria publicada por Luana Schabib no Blog Cultura e Mercado, “de novembro de 2008 até agora, o Geocultura catalogou 2.822 unidades patrimoniais de Pernambuco, faltando apenas 121 para a conclusão da primeira etapa. Foram considerados atrativos naturais e reservas, monumentos históricos, sítios históricos e pré-históricos, além de espaços de convivência (equipamentos urbanos e espaços culturais) e patrimônios vivos do estado.
Depois da conclusão total desta fase, o Itep e a Fundarpe esperam disponibilizar os dados coletados na internet e iniciar novas parcerias, voltadas para mapear todos os bens tombados, as diversas manifestações carnavalescas e os eventos culturais e artísticos.
‘Este trabalho está apenas no início e poderá crescer, agregando mais informações relevantes para o desenvolvimentos da cultura e do turismo de Pernambuco. Poderão ser criados, por exemplo, roteiros de arte, com informações precisas em sites e pelo celular’, explica o presidente do Itep, Frederico Montenegro. Para a presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo, o projeto ‘faz parte de uma política pública de cultura, que tem como objetivo atingir todos os municípios, do cais ao Sertão’.”
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